A priori, o filme “Escritores da Liberdade” representa a realidade da multiculturalismo americano, com uma sala de aula repleta de negros, brancos e latinos e cambojanos, oriundos de uma classe social desfavorecida economicamente; de modo que, o filme representa um estudo sobre a educação atual e a questão da multiplicidade étnica que ocorre atualmente nas salas de aula. Percebemos que culturas e tradições diferentes se confrontam, muitas vezes, até mesmo na sala de aula e que ao invés de construirmos uma ponte de conhecimentos, acabamos construindo barreiras entre a escola e a sociedade, entre professores e alunos, e, entre os próprios alunos.
Ali, onde muitos vêem um certo desrespeito dos adolescentes para com o professor, eu vejo gritos dos adolescentes que não conseguem se comunicar com os pais, com seus professores e com os próprios colegas. Onde muitos vêem simples desrespeito a regras e normas, eu vejo o clamor de uma juventude que se recusa a ser subjugada pelas normas burocráticas e por um ensino que está totalmente desvinculado da realidade em que vivem. É claro que é difícil ter de enfrentar alunos muitas vezes violentos verbal e fisicamente, mas, o maior problemas está em como “enfrentar” esses alunos.
Pelo próprio filme, e já trazendo ele para a nossa realidade brasileira, podemos perceber que muitas vezes estamos jogando fora as oportunidades que temos, a partir da valorização de quem eles são na realidade e introduzi-los no mundo mágico da leitura e do aprendizado. É o que fez a professora ao transformá-los em escritores de suas próprias experiências, de suas vivências. “Escritores da Liberdade” de ter um sonho, de buscar uma melhor qualidade de vida, um mundo melhor e mais justo.
Comentário de
Roberto Abadio
Ali, onde muitos vêem um certo desrespeito dos adolescentes para com o professor, eu vejo gritos dos adolescentes que não conseguem se comunicar com os pais, com seus professores e com os próprios colegas. Onde muitos vêem simples desrespeito a regras e normas, eu vejo o clamor de uma juventude que se recusa a ser subjugada pelas normas burocráticas e por um ensino que está totalmente desvinculado da realidade em que vivem. É claro que é difícil ter de enfrentar alunos muitas vezes violentos verbal e fisicamente, mas, o maior problemas está em como “enfrentar” esses alunos.
Pelo próprio filme, e já trazendo ele para a nossa realidade brasileira, podemos perceber que muitas vezes estamos jogando fora as oportunidades que temos, a partir da valorização de quem eles são na realidade e introduzi-los no mundo mágico da leitura e do aprendizado. É o que fez a professora ao transformá-los em escritores de suas próprias experiências, de suas vivências. “Escritores da Liberdade” de ter um sonho, de buscar uma melhor qualidade de vida, um mundo melhor e mais justo.
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Roberto Abadio
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